quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Variação lingüística.

Variação lingüística são as diferenciações que a nossa própria língua portuguesa permite em sua compreensão.
Concordando com a posição da colega de curso Sandra Campelo complemento com o meu entendimento de que a variação linguística é a responsavel pelo sucesso de uma comunicação entre duas pessoas onde uma é oriunda do sul do país e a outra (podendo ser do norte ou não) de qualquer outro lugar do Brasil, durante uma conversa qualquer, ter que ouvir constantemente o gaúcho pronunciar o "bah tchê", "isso é tri legal", " e aí piá", e entre outros pronunciamentos regionalista consegue entender (não com muita facilidade) o quê o gaúcho está querendo dizer. Esta situação serve para qualquer outro brasileiro que queira se comunicar com outra pessoa brasileira de uma região diferente da sua irá vivenciar esta situação peculiar que é a de se confrontar com outros "vocábulos" que, a princípio, parece que são incompreensíveis mas depois, dentro de uma forma meio que automática, termina sendo compreendido porque o vocábulo não permanece solto no ar mas sim preso a uma determinada oração que permite o sucesso da comunicação. Entendo isto como sendo variação lingüística.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Avaliação do curso.



O curso de Linguagem e Escrita oferecido pela E.A.P.E., sob a direção dos orientadores Lenita e Maurício, chegou ao final atingindo os seus objetivos.

Concluo essa minha análise amparado pelo próprio material didático do curso onde se percebe claramente que a finalidade do curso não era formar o cursista em um "mestre ou doutor na Língua Portuguesa", mas sim permitir condições para que o cursista entendesse e pudesse usufruir das inúmeras possibilidades de comunicação na Língua Portuguesa de forma clara, isto é, poder criar mensagens que fossem compreendidas por completo sem permitir uma dualidade de interpretações e, com isso, facilitando a comunicação entre o comunicador e o(s) receptador(es) a ponto de obter a resposta correta da comunicação ou questionamento. Neste sentido o curso apresentou em seus fascículos diversas situações corriqueiras da má comunicação existente e, portanto, responsável pela má compreensão e conseqüente resposta.

O curso abordou os fascículos de uma forma sistemática que permitiu ao cursita uma preparação antecipada de seus conteúdos permitindo, assim, um colóquio da turma baseado no tema e gerando com isso uma discussão entre os cursistas (dentro das posssibilidades) seguida de uma conclusão do assunto. Registro isso porque nem sempre foi e nem é possível determinar uma única forma de resposta para certa situação ortográfica, morfológica (principalmente com suas classes gramaticais), morfossintaxe, semântica (com os seus "significantes e seus significados). Aliás este não era o objetivo do curso, isto é, não era objetivo formar o cursista em um "conhecedor profundo" da Língua Portuguesa mas sim, permitir que o participante conhecesse, compreendesse e soubesse usufruir corretamente das ferramentas que a Lingua Portuguesa põe à sua disposição.

Finalmente aponto que o curso para mim foi muito bom até porque me apontou "alguns" erros praticados em minhas atividades diárias e também permitiu que eu compartilhasse "algumas" destas situações para os colegas com a finalidade de perceber uma melhor solução para estas atividades vivenciadas. E mesmo com as minhas ausências, devido à necessidade de participar de outras atividades determinadas pela Equipe de Coordenação da escola onde trabalho, entendo que finalizei o curso conquistando os objetivos esperados que era manusear a Língua Portuguesa de uma forma melhor e mais próxima da escrita correta. Mas vejo ainda que há muito que se melhorar... a começar pelas vírgulas que, em muitas vezes, insistem em ficar fora do lugar.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Letramento digital... o quê é isto?



O letramento digital é a forma usada para a comunicação entre duas ou mais pessoas através das máquinas. É isto mesmo! Até porque para haver uma comunicação entre um ser humano é um terminal digitalizador (a máquina onde digitamos que pode ser o computador, o caixa eletrônico do banco, o celular, o palm top e outros) é necessário que haja alguém do outro lado da comunicação, fazendo o papel de receptador e/ou transmissor além de um programa (desenvolvido para este fim) que permita uma comunicação concreta entre as partes permitindo assim que uma determinada transação (comercial ou não) seja realizada.

Quanto às formas, estas podem possuir diferentes modelos. Por exemplo: O jovens que fazem parte assiduamente do mundo cibernético optam por uma linguagem de código mais "enxugada", isto é, eles simplificam as palavras como se a "língua portuguesa fosse uma operação matemática" e onde as consoantes e até mesmo as vogais, sem seguir um critério ortográfico segundo a gramática e em sua forma coloquial, desaparecem com a maior facilidade. Não tenho fundamento teórico para condenar "essa forma de comunicação cibernética" mas tenho a franqueza e a facilidade para afirmar que este "jeito/modelo" de comunicação é como se fosse uma "segunda língua" que os nossos cidadãos (crianças e adultos) estão usufruindo e, muito deles, com a maior facilidade. Acrescento ainda que a tendência quantitativa dos usuários dessa "nova linguagem" é aumentar a cada dia que passa. Se isso é bom ou ruim creio que só o futuro vai nos dizer. No entanto ouso afirmar que seria muito interressante pesquisar com mais afinco esta tendência, se é que assim podemos dizer desta "nova comunicação" e, ao mesmo tempo, participar dela até para podermos tratar de "igual para igual" os "letrados digitalizados desta situação peculiar". Eu, por exemplo, já comecei a participar e despeço-me agora com algumas palavras dessa "nova linguagem": Ke vcs tbm tenham 1 dia legal. Bjs.


quinta-feira, 20 de novembro de 2008


Hoje nós tivemos a oportunidade de usufruir da Sala de Informática do E.C. 20 durante o curso da EAPE. Essa tia bonitona que está sorridente é a professora Leni que , inclusive, dá aula para o meu filho Ismael. Ela, com certeza, está incrementando o seu blogger.


Nesta outra foto temos outros colegas de curso trabalhando em seus respectivos blogger's. A Áurea e o Léo juntamente com a Zenaide aparecem em primeiro plano. Os demais estão super ocupados.

Essa foto foi tirada no Centro Educacional 02 de Ceilândia Norte.
Faz-me lembrar dos bons momentos em que tive o privilégio de estudar nesta escola.








Quem imaginaria que "aquele quintal" se transformaria em um lindo e bem cuidado jardim... Com o tempo mudou e para muito melhor.





Desta árvore eu tenho vaga lembraças... ela era tão pequenininha... mas o tempo passou e, com certeza, foi necessário cortá-la para evitar um estrago ou perigo maior. O bom é que colocaram outras árvores em seu lugar.
Quero ressaltar que estas três fotos marcaram o fim do nosso curso da EAPE que aconteceu nas dependências do C.E. 02.









segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A turma em sala de aula (horário do silêncio).


Na nossa escola há o "momento do silêncio" que acontece logo após o recreio escolar. É um momento mágico onde os alunos (depois de correrem e gritarem bastante) tem um momento para se aquietarem ao som de uma boa música orquestrada que envolve toda a escola e poderem, aos poucos, retomarem ao clima de aula de uma forma mais tranqüila até ao término do expediente.

Ao fundo da sala está o Armário do Ciências em Foco onde guardamos o nosso material (Rochas e Minerais).

Minhas Atividades na Escola:



Aceitando a dica dos meus orientadores do curso abro este espaço para mostrar e falar das minhas atividades realizadas no âmbito escolar.

A foto aqui mostra o momento em que estou dirigido atividades de exercícios físicos para a turma. Claro que, após a aula de Educação Física, há o momento de descontração onde as brincadeiras acontecem de forma livre. O futebol de salão e a quimada são os esportes prediletos deles. Temos algumas meninas que também jogam futebol com os meninos e aliás há duas que se destacam de forma em especial.


Nesta outra foto os meus alunos estão tendo aula de xadrez. Evidencio que este jogo, na sala onde leciono, tem ajudado na questão da disciplina e da concentração. Mas confesso que fazer com que eles tenha paciência para esquematizar as estratégias não é tarefa fácil e eu ainda não encontrei um jeito de fazer com que esses trinta cinco anjinhos de "apenas observar o desenvolvimento do jogo entre duas pessoas e em silêncio, sem palpites". Espero um dia chegar ao meu objetivo principal que e fazer com que eles tenham gosto pelo jogo e usufruam de tudo de bom que esse jogo de estratégias tem a oferecer par os seus praticantes.